Dia Mundial da Criança: origem, significado e importância dos direitos das crianças
O Dia Mundial da Criança foi oficialmente estabelecido em 1950 pela Federação Democrática Internacional das Mulheres, na sequência de um congresso realizado em Paris em 1949. Esta data tem como principal objetivo promover a reflexão sobre os direitos das crianças e a importância do seu bem-estar em todo o mundo.
Assim, é importante destacar que a celebração do Dia da Criança varia de país para país. Em Portugal, a data escolhida é o dia 1 de junho, sendo um momento dedicado à valorização da infância, à promoção dos direitos das crianças e à sensibilização da sociedade para o seu desenvolvimento pleno e saudável.
Dia da Criança em Portugal e no mundo
Em Portugal e em muitos outros países, o Dia da Criança é celebrado com atividades educativas, culturais e recreativas, reforçando a importância da proteção infantil e da igualdade de direitos.
Assim, esta data serve também para alertar para os desafios que ainda afetam milhões de crianças em todo o mundo, promovendo a consciencialização sobre temas como educação, saúde, violência infantil e desigualdade social.
Declaração Universal dos Direitos das Crianças
A Declaração Universal dos Direitos das Crianças estabelece princípios fundamentais que garantem proteção, dignidade e bem-estar a todas as crianças. Portanto, entre os principais direitos destacam-se:
- Direito à vida e à liberdade
- Direito à proteção contra a violência doméstica e qualquer forma de abuso
- Direito à igualdade, independentemente de cor, sexo, religião, origem social ou nacionalidade
- Direito à proteção por parte da família e da sociedade
- Direito a um nome e nacionalidade
- Direito à alimentação adequada e cuidados de saúde
- Direito à educação
- Direito a proteção e cuidados especiais para crianças com deficiência física ou mental
- Direito ao amor, compreensão e apoio familiar e social
Em suma podes observar na figura abaixo a data de celebração do Dia Mundial da Criança noutros países:

Acima de tudo «as crianças e os adolescentes têm todos os direitos humanos, não porque são “o futuro”, mas porque são seres humanos. Hoje.»
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